105 questões resolvidas
- 2025 COP30 (Belém) · Q16Prefácio de “Diário do hospício” e “O cemitério dos vivos”, de Lima Barreto
- 2025 PPL · Q19“Infância”, de Graciliano Ramos: o menino que aprende a ler
- 2025 COP30 (Belém) · Q32Benjamim Costallat sobe a favela em 1924: mazelas e alegria
- 2025 COP30 (Belém) · Q33“O perguntar e o responder”, de Drummond: o espelho que pergunta
- 2025 COP30 (Belém) · Q41Clarice Lispector: “como é que se escreve?”
- 2024 PPL · Q6“Igual-desigual”, de Drummond: “Ninguém é igual a ninguém”
- 2024 PPL · Q7“Prima Julieta”, de Murilo Mendes: a sequência descritiva
- 2024 PPL · Q11João do Rio, “A alma encantadora das ruas”: a rua feita de suor
- 2024 PPL · Q15Clarice Lispector, “Perto do coração selvagem”: a bondade que dá ânsias
- 2024 · Q24“São Bernardo”, de Graciliano Ramos: “um artista não pode escrever como fala”
- 2024 · Q30Carta de Graciliano Ramos a Portinari e crônica de Antonio Prata sobre a arte
- 2024 · Q42“Feijoada à minha moda”, de Vinicius de Moraes
- 2023 PPL · Q8“São Bernardo”: Paulo Honório e a religião da mulher
- 2023 · Q12“Crônica da casa assassinada”, de Lúcio Cardoso: Timóteo de vestido
- 2023 · Q13Mário de Andrade, “Girassol da madrugada”: os quatro amores
- 2023 · Q14Guimarães Rosa, “Dão Lalalão”: Soropita reconta a novela do rádio
- 2023 PPL · Q18João do Rio, “Dentro da noite”: o hall de hotel e os modismos importados
- 2023 PPL · Q29“Triste fim de Policarpo Quaresma”: a biblioteca nacionalista
- 2023 · Q29João Alphonsus: o gato lerdo e os ratos da Inconfidência
- 2023 PPL · Q35Augusto dos Anjos, “O corrupião”: o pássaro na gaiola
- 2022 PPL · Q15Joaquim Cardozo: a poesia feita de átomos e elementos químicos
- 2022 PPL · Q17Guimarães Rosa, “Primeiras estórias”: o Meu Amigo, “fatalista como uma louça”
- 2022 · Q23Cornélio Penna, “Fronteira”: o olhar verde de Maria Santa
- 2022 · Q31José Américo de Almeida, “A bagaceira”: os retirantes da seca de 1898
- 2022 · Q35Clarice Lispector, “Ser cronista”: “Ser mais leve só porque o leitor assim o quer?”
- 2022 · Q41João do Rio, “O bebê de tarlatana rosa”: o carnaval e a ânsia de “acanalhar-se”
- 2021 PPL · Q13Mário de Andrade, “Amar, verbo intransitivo”: Fräulein e o amor “sem loucuras”
- 2021 PPL · Q23Mário de Andrade, “Descobrimento”: o seringueiro que é “brasileiro que nem eu”
- 2021 · Q41Sosígenes Costa, “O pavão vermelho”: a alegria que expulsou os pavões lilases
- 2020 · Q6Manuel Bandeira, “Itinerário de Pasárgada”: como nasceu “Vou-me embora pra Pasárgada”
- 2020 Digital · Q22Drummond, “Caso pluvioso”: maria, “chuvosíssima criatura”
- 2020 · Q40Dyonelio Machado, “Os ratos”: Naziazeno diante do diretor
- 2020 Digital · Q44José Lins do Rego, “Fogo morto”: Seu Lula proíbe as rezas dos escravizados
- 2019 · Q13Oswald de Andrade, “O rei da vela”: Pinote, o ex-futurista
- 2019 PPL · Q14Guimarães Rosa, “Campo Geral”: os bichos do Mutúm
- 2019 · Q22João Cabral de Melo Neto, “Uma ouriça”: de esfera e espinho ao abraço
- 2019 PPL · Q25Manuel Bandeira, “Biografia de Pasárgada”: o poema que se construiu sozinho
- 2019 PPL · Q29Cecília Meireles, “Canção”: a espera que virou estátua
- 2019 · Q40Marinetti, “Manifesto futurista”: a beleza da velocidade
- 2019 PPL · Q42Drummond, “Essas meninas”: “essas mulheres”
- 2019 PPL · Q44Cornélio Penna, “Fronteira”: as montanhas que escondem as cidades decadentes
- 2018 · Q8Guimarães Rosa, “Famigerado”: “linguagem de em dia de semana”
- 2018 PPL · Q17Graciliano Ramos, “São Bernardo”: a escola para agradar o governador
- 2018 PPL · Q20Clarice Lispector, “Os desastres de Sofia”: a aluna e o professor
- 2018 · Q23Marques Rebelo, “A estrela sobe”: Leniza na fábrica
- 2018 · Q25“Grande sertão: veredas” em quadrinhos: o bezerro e o tiro
- 2018 PPL · Q35Alcântara Machado, “Gaetaninho”: o enterro como único passeio de carro
- 2018 · Q38Graciliano Ramos, “Infância”: “o culpado era o nó”
- 2018 PPL · Q39Clarice Lispector, “Uma aprendizagem”: Lóri e o medo da felicidade
- 2017 PPL · Q13Graciliano Ramos, “São Bernardo”: Paulo Honório e a cerca derrubada
- 2017 · Q13Murilo Mendes, “O farrista”: a história do Brasil com humor iconoclasta
- 2017 · Q20Clarice Lispector, “Declaração de amor”: a língua como herança a renovar
- 2017 PPL · Q23Lima Barreto, “Diário do hospício”: a seção dos indigentes
- 2017 PPL · Q34Drummond, “Fazer 70 anos”: o pronome “o” que retoma o título
- 2017 PPL · Q44João Cabral, “Dois parlamentos”: a morte em série no sertão
- 2016 PPL · Q99O bonde, de Mário de Andrade: sozinho no banco vazio e no cheio
- 2016 PPL · Q107Descobrimento, de Mário de Andrade: o seringueiro que é brasileiro
- 2016 · Q112Galinha cega: o olhar do menino e o da galinha
- 2016 PPL · Q114Poema tirado de uma notícia de jornal, de Manuel Bandeira
- 2016 · Q119A partida do trem, de Clarice: a velha que não pode comunicar-se
- 2016 · Q121Antiode, de João Cabral: a palavra flor recriada
- 2016 PPL · Q130Do amor à pátria, de Vinicius: a pátria íntima
- 2016 PPL · Q134Anoitecer, de Drummond: o medo em A rosa do povo
- 2015 · Q99Cântico VI, de Cecília Meireles: morrer e renovar-se todo dia
- 2015 PPL · Q102O peru de Natal, de Mário de Andrade: o pai desmancha-prazeres
- 2015 PPL · Q110Famigerado, de Guimarães Rosa: a palavra que gera o conflito
- 2015 · Q117Graciliano Ramos prefeito: o relatório que ironiza os telegramas
- 2015 PPL · Q127Macunaíma, “Vei, a Sol”: a origem lendária do “Vá tomar banho”
- 2015 · Q134Bandeira em Clavadel: os tempos do pretérito nas memórias
- 2014 (reaplicação) · Q97Garoto propaganda e Eu etiqueta: o homem-anúncio
- 2014 · Q100Grande sertão: veredas: “O que ela quer da gente é coragem”
- 2014 · Q108Camelôs, de Manuel Bandeira: a poesia dos brinquedos de tostão
- 2014 PPL · Q112Evocação do Recife: a “língua certa do povo”
- 2014 PPL · Q114Cena, de Oswald de Andrade: imagens em montagem
- 2014 PPL · Q122Mãos dadas, de Drummond: o tempo presente como matéria
- 2014 (reaplicação) · Q122Grande sertão: Riobaldo e a dúvida se jagunço tem perdão
- 2014 PPL · Q128Guimarães Rosa, o “hipotrélico”: a língua explicando a língua
- 2013 · Q99Olá! Negro, de Jorge de Lima: memória e resistência
- 2013 PPL · Q112Mar português, de Pessoa: o sal das lágrimas
- 2013 · Q124A hora da estrela: o narrador que pensa a própria escrita
- 2013 · Q129Oswald de Andrade e o futebol: as anotações do Museu da Língua
- 2012 · Q100Verbo ser, de Drummond: o que vai ser quando crescer?
- 2012 · Q112Romanceiro da Inconfidência: “Ai, palavras, ai, palavras”
- 2012 PPL · Q114Infância, de Graciliano: a cegueira sem autopiedade
- 2012 PPL · Q126Sambinha, de Mário de Andrade: as costureirinhas brasileiras
- 2012 PPL · Q130CDA (imitado): “Se eu me chamasse Aparecida”
- 2012 PPL · Q131A rua, de Cassiano Ricardo: esperança não é ficar sentado
- 2012 PPL · Q134O bonde de Mário de Andrade: orações em sucessão
- 2012 · Q134Aquele bêbado, de Drummond: o etilismo abstrato
- 2012 · Q135O trovador, de Mário de Andrade: um tupi tangendo um alaúde
- 2011 · Q99Morte e vida severina: “O meu nome é Severino”
- 2011 · Q102Grande sertão: veredas: o meeiro e a proteção do fazendeiro
- 2011 PPL · Q103A hora da estrela: Macabéa e Olímpico (fora da nota)
- 2011 PPL · Q105“Somos muitos Severinos”: a miséria nordestina
- 2011 · Q113Estrada, de Manuel Bandeira: a vida passa
- 2011 PPL · Q114Vidas secas: o narrador sóbrio
- 2011 · Q116Lépida e leve, de Gilka Machado: a língua do amor
- 2010 PPL · Q99Prima Julieta, de Murilo Mendes: a sequência descritiva
- 2010 · Q113Amor, de Clarice: os dois “mas” de Ana
- 2010 · Q118Capitães da Areia e Dalton Trevisan: o espaço da exclusão
- 2010 · Q129Negrinha, de Monteiro Lobato: a senhora que não aceitou a abolição
- 2009 · Q116Canção do vento e da minha vida: a função poética
- 2009 · Q117Canção do vento e da minha vida: repetição de sons e de estruturas
- 2009 · Q120O romance regionalista do Nordeste
- 2009 · Q135Confidência do itabirano, de Drummond
