Questão 25 do Enem 2018 PPL: o livro sobre arte naïf no Brasil
Nos outros cadernos: amarelo 30 · branco 22 · rosa 19
Cores do Brasil
Ganhou nova versão, revista e ampliada, o livro lançado em 1988 pelo galerista Jacques Ardies, cuja proposta é ser publicação informativa sobre nomes do “movimento arte naïf do Brasil”, como define o autor. Trata-se de um caminho estético fundamental na arte brasileira, assegura Ardies. O termo em francês foi adotado por designar internacionalmente a produção que no Brasil é chamada de arte popular ou primitivismo, esclarece Ardies. O organizador do livro explica que a obra não tem a pretensão de ser um dicionário. “Falta muita gente. São muitos artistas”, observa. A nova edição veio da vontade de atualizar informações publicadas há 26 anos. Ela incluiu artistas em atividade atualmente e veteranos que ficaram de fora do primeiro livro. A arte naïf no Brasil 2 traz 79 autores de várias regiões do Brasil.
WALTER SEBASTIÃO. Estado de Minas, 17 jan. 2015 (adaptado).
O fragmento do texto jornalístico aborda o lançamento de um livro sobre arte naïf no Brasil. Na organização desse trecho predomina o uso da sequência
Tente antes de ler a resolução: toque numa alternativa.
Resolução comentada
O que a questão pede
A sequência textual predominante.
O que o texto diz
“O termo em francês foi adotado por designar internacionalmente a produção que no Brasil é chamada de arte popular ou primitivismo”; “traz 79 autores de várias regiões”.
A resposta
O trecho explica o que é a arte naïf e informa sobre o livro. Predomina a sequência expositiva, composta por informações sobre a arte naïf.
Alternativa E.
E Gabarito: alternativa E
Por que as outras alternativas estão erradas
- A
Não há ordens. (10,4% marcaram)
- B
Não há tese. (12,4% marcaram)
- C
Não se conta uma história. (14,6% marcaram)
- D
Foi a errada mais marcada. Os dados editoriais servem à exposição. (28,3% marcaram)
Raio-X da questão
Dados oficiais dos microdados do Inep: respostas de 1.123 candidatos que fizeram a prova.
Esta aplicação teve poucos candidatos, então as porcentagens oscilam mais do que na prova regular.
Em branco: 0,2% · Mais de uma marcada: 0%
Quando o acerto sobe muito de uma faixa para a outra, a questão separa bem quem domina o conteúdo de quem não domina. Na TRI, isso é o parâmetro de discriminação.
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