Questão 31 do Enem 2009: GSM ou TDMA/CDMA para ter menos antenas
Nos outros cadernos: amarelo 32 · branco 30 · rosa 32
O progresso da tecnologia introduziu diversos artefatos geradores de campos eletromagnéticos. Uma das mais empregadas invenções nessa área são os telefones celulares e smartphones. As tecnologias de transmissão de celular atualmente em uso no Brasil contemplam dois sistemas. O primeiro deles é operado entre as frequências de 800 MHz e 900 MHz e constitui os chamados sistemas TDMA/CDMA. Já a tecnologia GSM, ocupa a frequência de 1.800 MHz.
Considerando que a intensidade de transmissão e o nível de recepção "celular" sejam os mesmos para as tecnologias de transmissão TDMA/CDMA ou GSM, se um engenheiro tiver de escolher entre as duas tecnologias para obter a mesma cobertura, levando em consideração apenas o número de antenas em uma região, ele deverá escolher:
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Resolução comentada
O que a questão pede
Qual tecnologia exige menos antenas, com mesma intensidade emitida e mesmo nível de recepção.
O modelo da questão
A intensidade de uma onda que se espalha diminui com o quadrado da distância à antena. Esse decaimento depende só da distância, não da frequência.
Conclusão
Se as duas antenas emitem com a mesma intensidade e o celular precisa do mesmo nível mínimo de sinal, o alcance é o mesmo. O número de antenas também.
O Inep manteve o gabarito (E), mas a questão não entrou no cálculo da nota pela TRI: o algoritmo de estimação não convergiu para ela.
Alternativa E.
E Gabarito: alternativa E
Por que as outras alternativas estão erradas
- A
GSM tem a maior frequência, logo o menor comprimento de onda. (21,2% marcaram)
- B
O efeito Doppler não define o alcance da antena. (6,4% marcaram)
- C
Foi a mais marcada. Todas as ondas eletromagnéticas têm a mesma velocidade no ar. (39,7% marcaram)
- D
Frequência e comprimento de onda se compensam sempre (v = λf), mas isso não explica o alcance. (17% marcaram)
Raio-X da questão
Dados oficiais dos microdados do Inep: respostas de 2.555.593 candidatos que fizeram a prova.
O Inep tirou esta questão do cálculo da nota (não permitiu a convergência do algoritmo de estimação da tri): ela continua com gabarito, mas acertar ou errar não mudou a nota de ninguém. Por isso ela não tem parâmetros da TRI.
Em branco: 0,2% · Mais de uma marcada: 0,1%
Quando o acerto sobe muito de uma faixa para a outra, a questão separa bem quem domina o conteúdo de quem não domina. Na TRI, isso é o parâmetro de discriminação.
Fenômenos Ondulatórios
Cuba d’água, corda, tubo, taça quebrando com som e fone que cancela ruído.
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