Questão 33 do Enem 2024: a Campanha do Agasalho e o desapego
Nos outros cadernos: amarelo 13 · verde 18 · branco 36

Disponível em: https://defesacivil.rs.gov.br. Acesso em: 11 mar. 2024 (adaptado).
Nesse cartaz, a expressão “Vou deixar que você se vá”, em conjunto com os elementos não verbais utilizados, tem a finalidade de
Tente antes de ler a resolução: toque numa alternativa.
Resolução comentada
O que a questão pede
Para que serve a frase escrita no moletom.
O que o texto diz
- “Vou deixar que você se vá” lembra frase de fim de relacionamento, dita a uma roupa querida.
- A mulher sorri segurando o moletom; o texto pede: “Deixe suas roupas aquecerem quem mais precisa”.
A resposta
A peça trata a doação como desapegar-se de algo de que se gosta, com leveza. A finalidade é relacionar o gesto de doação à ideia de desapego.
Alternativa D.
D Gabarito: alternativa D
Por que as outras alternativas estão erradas
- A
O cartaz pede roupas “em bom estado”. (1,8% marcaram)
- B
Doação não é reciclagem. (4,3% marcaram)
- C
As roupas vão para outra pessoa, não para ser guardadas. (2,3% marcaram)
- E
Foi a errada mais marcada. A despedida existe, mas a finalidade é convencer a doar, soltando a peça. (10,8% marcaram)
Raio-X da questão
Dados oficiais dos microdados do Inep: respostas de 3.166.666 candidatos que fizeram a prova.
Em branco: 0,2% · Mais de uma marcada: 0,1%
Quando o acerto sobe muito de uma faixa para a outra, a questão separa bem quem domina o conteúdo de quem não domina. Na TRI, isso é o parâmetro de discriminação.
Mais questões de argumentação
- 2025 COP30 (Belém) · Q8Crônica “Saudades da secretária eletrônica”: como o autor mostra o “furdunço global”
- 2025 COP30 (Belém) · Q10Crônica “Saudades da secretária eletrônica”: onde está a sequência argumentativa
- 2025 · Q14Cartaz da Bienal do Livro: “Você entra Fernando. E sai Pessoa”
- 2025 COP30 (Belém) · Q18Campanha “Doe uma segunda chance”: converse com sua família
- 2025 · Q24Campanha do Unicef “Enxergue a igualdade”
- 2025 PPL · Q26Fumaça, seca e calor comparados à covid: “É tudo pra ontem”
